Caminhos de Cristo

Uma página informativa independente com pontos de vista de muitos sectores de pesquisa e experiências vívidas.

para a primeira página (homepage) com contribuições aditionais.

 

Caminhos de Cristo na consciência humana e na Terra.

Índice de todas as partes.

Para a 1° parte: Introdução e os passos nos evangelhos: (apenas podem ser alcançados lá: clicar aqui).

Para a 2° parte: Os passos para o Apocalipse de João: (apenas podem ser alcançados lá: clicar aqui).

Esta é a 3° parte: Capítulos sobre diferentes temas e questões da vida:.

 - texto contínuo, os capítulos também podem ser alcançados a partir daqui: Para o capítulo mais embaixo (do índice), a página primeiro deverá estar completamente carregada.

9.  Uma oração para paz, vida e terra
2.  Princípios básicos dos valores éticos
5.  Uma tomada de posição referente as modernas "Histórias-de-revelações-de-tudo-sobre-Jesus"
6.  Ciências naturais e a Crença Divina
--   Consciência, cérebro e livre vontade.
7.  Jesus e a questão da alimentação
8.  Jesus Cristo e curando - também hoje
9b.Para a benção cristã.
9c.O lamento como parte integrante da prática cristã.
9d.
Uma via cristã para processamento dos acontecimentos da vida.
10.Pontos de vista cristãos básicos para economia e perguntas sociais
11.Pontos de vista cristãos básicos para sociedade e política
12.Cristianismo e filosofia: sobre a palestra de Habermas "Fé e conhecimento"
15.Pontos de vista gerais cristãos sobre questões ecológicas
16.Vida não ainda não nascida
17.Novas páginas de temas em inglês / em alemão (ainda não traduzidas)

Para a 4° parte: Colaborações para o diálogo com outras religiões

Nota sobre direitos e outros idiomas.
E-mail.

 

Uma oração para paz, vida e terra.

A mesma é estruturada de tal maneira que na primeira parte se aponta o ajuste necessário para uma oração efectiva sem muitos esclarecimentos. A mesma pode ser modificada de tal maneira que corresponda aos próprios sentimentos. Ao invés da terceira parte, podem ser transmitidas também outras coisas a Deus. Orar lentamente e com força de imaginação:

Deus, minha origem, meu auxílio e minha esperança.

 Junto com Jesus Cristo agradeço-Vos por tudo que vem de Ti.

perdoai-me pelo que me afastou de Ti.

Por favor me tornai criativo neste silêncio através de Teu espírito.

 

Guiai-me de maneira que eu não prejudique outros no seu caminho a Ti.

guiai-me para ajudar os outros no Teu sentido.

protegei-me no meu caminho*.

 

Inspirai as pessoas para deixarem decisões sobre a vida e a morte nas Tuas mãos **.

Ajudai aqueles que trabalham parra Tua criação***.

Guiai este mundo para a passagem para o Teu, anunciam um novo tempo.****

 

 *) Aqui podem ser incluídos outros.

**) aqui podem ser incluídos detalhes, ou depois processados de maneira meditativa, como "Encerrar o balanço de violência e contra-violência", „remover a violência através de soluções de problemas de um de seus princípios básicos", „Tomar apenas aquelas medidas de segurança que permitam os direitos humanos dos cidadãos/cidadãs pacíficos", Efectuar um diálogo amistoso entre os de boa vontade das outras religiões", ... . Mateus 5:9; 26:52. As declarações de igrejas em inglês.

***) A natureza maltratada grita por auxílio. Seria tempo de pedir a Deus ou Cristo proteção contra as forças da Natureza. Isto não é porém substituto para a modificação necessária do comportamento humano em relação à Criação.

***)Lucas 11:2; 21:31. Apocalipse 11:16; ... ver também o Pai-Nosso, Mateus 6, 7-15.

Os passos sagrados das religiões salientavam originalmente a luta das pessoas com seu próprio lado obscuro – tanto a Bíblia quanto o alcorão, o Zend Avesta ou o Bhagavadgita, ... e não guerras exteriores. Isto depois muitas vezes não foi notado ou mal-entendido. Hoje porém existem esforços de, através das semelhanças éticas resultantes das religiões, de se opor a decaída de valores desta civilização egoísta. Com isso as religiões mantém suas diferenças.

Ver Marcos 12:30 e 5. Moisés 6,4.5. A oração refere-se à profunda crença na realização - de acordo com a vontade de Deus - e em estar grato. As palavras de Jesus transmitidas em João 16:23, em textos antigos em aramaico acrescentam: "... deixa que a resposta te rodeie" [cf. Neil Douglas-Klotz: Prayers of the Cosmos (Orações do Cosmos). Meditations on the Aramaic Words of Jesus (Meditações sobre as Palavras em Aramaico de Jesus)]. Para rezar, viver e agir no mesmo "espírito" do dever estar juntos. Os novos pontos de vista desta página não são contrários às diferentes orações das igrejas. Ver também a Oração do Senhor, com passagens da Bíblia, etc., relativas à oração. Deus pode distribuir o amor que lhe é dispensado em todas as igrejas.

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Princípios básicos dos valores éticos.

Jesus Cristo dava valor a que a dimensão para o comportamento moral e ético vivesse nas pessoas individuais, ao invés de apenas ter efeito em razão da pressão de uma norma ou costume legal. Esta interiorização não vem da mesma forma através de „marteladas" de fora, e sim pode se desenvolver através de uma vida na qual o „Amor para com Deus e para o próximo como para si próprio". "Amai uns aos outros" (João 13, 34) é a força que possibilita tratar isso, em concordância com a real consciência. O amor para com Deus pode pressentir estas metas superiores. Onde indivíduos, casais, grupos, etc., incluem este amor universal, a diferença se torna visível. Quanto mais isto viver em todos, tanto mais sem importância se tornam as prescrições exteriores detalhadas.

Entretanto, desse modo, os conteúdos, como por exemplo os dados nos antigos „10 Mandamentos" não são obsoletos em si, e sim confirmados dessa maneira. Os mesmos não estão nos princípios básicos, porém submetidos nos detalhes da mudança cultural. Isto atesta do relato de Moisés mesmo, que primeiro recebeu uma forma mais alta de ética, que porém trouxe uma versão mais simples para a população aparentemente imatura. Estes princípios básicos éticos são practicamente os mesmos no cristianismo, no judaísmo e no islamismo e em practicamente todas as outras religiões se encontra algo semelhante, como foi mostrado na „Deklaration des Parlamentes der Weltreligionen zum Weltethos" (Declaração do parlamento das religiões mundiais a respeito da ética mundial) (ver nossa página de links). Mesmo uma ética entendida como "não religiosa" ou humanística mostra ligações aos valores das culturas religiosas. No núcleo se leva em questão na ética, Tratar o próximo de maneira tão humana como se desejaria que se fosse tratado; ou seja: não prejudicar os outros e sim ajudar o próximo. Isto é de importância para o destino, pois "será colhido o que for semeado" (Gál. 6,7; 2.Cor. 9,6). É o requisito mínimo para a sobrevivência numa sociedade em constante evolução. Este é também o critério principal para a participação nestes novos tempos, no qual é citada a oração do "Padre Nosso": "Teu Reino virá!" (Mateus 6), e que no sermão da montanha se diz "Os bem-aventurados herdarão o Reino da terra".
Em um sentido mais amplo surgem pontos de vista que são vitalmente importantes para os mais diferentes níveis da existência humana. A ética do sermão da montanha é denominada hoje em dia por alguns círculos cristão incorrectamente como uma „ética de sentimentos" não passível de utilização imediata. A mesma não dá realmente de maneira automática uma instrução de tratamento, por exemplo, para todas as difíceis decisões políticas. Porém uma régua seria no final apropriada. Onde uma „ética de responsabilidade" ponderada humana levar a decisões socialmente contradizentes, como a „ética de sentimentos" de indivíduos esperam na sua vida privada, não pode ser esperado automaticamente que Jesus decidiria isto da mesma maneira. 
O indivíduo é responsável pela sua parte nos acontecimentos. Também os grupos, etc. compartilham a responsabilidade através das obrigações que exercem e/ou do „campo de ensinamento" positivo ou negativo que eles representam. Eles precisariam assim também um Código de Ética (como alguns grupos profissionais já possuem). Além da ética individual seria consultada em sequência uma „Ética estrutural" da sociedade ou de partes da mesma. As leis não poderiam substituir isso sozinhas graças a seus despotismos.

Mandamentos de Moisés (2. Moisés = Êxodo 20)

Ética no Alcorão

"Ética mundial"

1.  Eu sou o Senhor, Teu Deus. ...Não adorarás outros deuses além de Mim. (Não farás imagens de deuses...)

2.  Não utilizar o nome do Senhor teu Deus em vão   (pois o Senhor não deixará de castigar aqueles que usarem o seu nome em vão.)

Não tomes junto com Deus outra divindade... (Sura 17,22*)

(O entendimento relativo a uma "Ética mundial" não se relaciona com o conceito de Deus das diferentes religiões. Foi, por exemplo, por causa dos budistas apenas todos juntos que eles reconheceram uma "Verdade Final", ou seja: algo além da realidade material.)

3.  Honrar o feriado / Sabat...

...Ó fiéis, quando fordes convocados ... recorrei à recordação de Deus ... (Sura 62,9*)

 

4.  Honrar pai e mãe (, enquanto tu viveres na terra que o Senhor teu Deus te dá.)

Que sejais indulgentes com vossos pais..., dirigi-lhes palavras honrosas ...; e concedei aos vossos parentes o que lhe é devido ... (Sura 17,23-26*).

 

5.  Não matarás

Não mateis o ser que Deus proibiu de matar... (Sura 17,33 e 5,32*).

Obrigação em uma cultura de não-violência e do temor de toda vida...

6.  Não cometerás adultério *

Evitai a obscenidade! (Sura 17,32)

Obrigação em uma cultura igualitária e parceria do Homem e da Mulher, (contra o trato destrutivo da sexualidade...)

7.  Não roubarás **

9.  Não cobiçaras as coisas alheias.

10.Não cobiçaras a mulher, empregado, reses, jumento nem nada que for de teu próximo.

Quanto ao ladrão e à ladra, decepai-lhes a mão .... Aquele que ... depois da sua iniquidade, se arrepender e se emendar, saiba que Deus o absolverá ... (Sura 5,38-41*).

Obrigação em uma cultura de solidariedade e uma ordenação económica correcta...

8.  Não prestar falso testemunho contra teu próximo

Ó fiéis, sede firmes ... em observardes a justiça, agindo como testemunhas, por amor a Deus, ainda que o testemunho seja contra vós mesmos, contra os vossos pais ou contra os vossos parentes mais próximos... Sura 4,135* (sobre a Burla vd. Sura 2, 188*)

Obrigação em uma cultura de tolerância e uma vida dentro da verdade...

*) Para enumeração dos versículos recorreu-se aqui à versão egípcia, usual nas comunidades islâmicas; noutras enumerações encontrará a referida passagem pouco antes ou depois.

**) Aqui foram interligados especialmente muitos diferentes detalhes de diferentes religiões. Isto poderia despertar o entendimento que nem para todos os mesmos detalhes precisam ser correctos. Assim antigamente não foram feitas muitas vezes suficientes diferenças entre os princípios religiosos e leis mundiais detalhadas para os fins actuais; isto não significa porém que valeria a pena se a fé e as leis sempre mostrassem contrastes de conteúdo cada vez maiores.

Logo depois do dilúvio - portanto antes dos mencionados 10 Mandamentos – existiam, de acordo com a tradição bíblica, alguns requisitos éticos fundamentais com vista à preservação de toda a nova Humanidade, e portanto, também de todos os outros além dos Israelitas: 
- Respeitar a vida e não matar ("pois Deus criou o Homem à sua imagem e semelhança": Génesis 9:6), e não comer a carne de animais ainda vivos. Do judaísmo rabínico acabam por derivar mais tarde as 7 "Leis de Noé" para os gentios e da qual existem diferentes interpretações: 
- Proibição contra o assassinato;
- Proibição contra o maltrato dos animais;
- Proibição contra o roubo;
- Proibição contra o adultério e a imoralidade sexual;
- Proibição contra a idolatria (isto é, os gentios não tinham de adorar a Deus como os judeus, mas também não deviam venerar outras divindades);
- Proibição contra a blasfémia;
- Proibição contra o estabelecimento de uma ordem jurídica e de tribunais.

Pode ser de grande auxílio anotar em uma tabela as próprias imperfeições detectadas e qualidades positivas, e seguir o progresso de maneira consciente. Existem várias possibilidades de se trabalhar nisso:
1. O trabalho directo nas próprias qualidades problemáticas de acordo com os acontecimentos da vida. Bons preceitos, etc. Isto também permanece importante com Jesus: "primeiro a trave no próprio olho...". Também no Islão o trabalho em si próprio é válido como a "Grande Gihad", a "Grande Guerra Sagrada", ou seja: como algo que é mais decisivo do que todas outras discussões.
2. A reparação directa e o 3° Perdoar Mútuo, caso possível. Caso contrário, transmitir os problemas em oração a Deus para uma solução e perdoar interiormente. Também isso permanece importante em Jesus – também ele fala sobre o processamento nos mínimos detalhes. (ver porém o 5°)
4. Caso não seja possível, existe também a possibilidade de respectivas boas acções para os outros do que prejudicar os mesmos. Muito é também limpado indirectamente por Deus, quando, por exemplo, assume tarefas beneficentes. (Aqui existe também uma passagem fluida de puro processamentos dos acontecimentos em acções livres e valiosas, e depois se torna relativo, quem semeia e quem colhe', ver, por exemplo João 4,37.) Isto também é respectivamente válido Mateus 7,20-21: "...nos seus fructos vós reconhecereis. Não serão todos que dizem a mim: Senhor, Senhor!, que irão ao reino celestial, e sim os que realizam os desejos de meu Pai no Céu".
5. "Pedi a Deus em meu nome", aqui para seu perdão e mercê para continuação do desenvolvimento da vida. Este é o auxílio importante que uma ética humanística pura não pode dar. O destino não precisará decorrer mecanicamente e sim a pessoa vive então como se fosse guiada por Deus, tudo será então processado e desenvolvido como isto seja melhor vindo de sua altíssima sabedoria para os indivíduos e suas comunidades.

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Complemento: Uma breve correção referente as modernas „Histórias-de-revelações-de- tudo-sobre-Jesus".

 No texto do sítio da Web foram corrigidas directa ou indirectamente algumas das unilateralidades mais graves de algumas direcções teológicas – com ajuda de novos conhecimentos e métodos. Aqui será comentado sobre mais uma „Flor" dos modernos „escritores de sensacionalismo". Não incentivamos adicionalmente a publicidade deste bestseller, e sim a colaboração em seguida destina-se aqueles que conhecem este tipo de literatura e se sentem irritados com isso.

Com relação aos rolos de Qumran, este escritor tentou demonstrar que a maioria das apresentações do Novo Testamento sobre Jesus estavam incorrectas.  Jesus e os discípulos, etc. seriam na verdade simplesmente rebeldes militantes contra o regime romano. *

Para dar maior credibilidade, esta afirmação foi embrulhada em um tipo de teoria de conspiração: Os rolos de escrituras descobertos em 1947-1956 na comunidade de Qumran foram mantidos em segredo em uma porcentagem de 75%, onde especialmente sábios da igreja católica teriam o controlo sobre os mesmos. Já isso é absolutamente incorrecto (o que foi determinado aqui), embora este sítio da Web não precise justificar nenhuma igreja, e não aceita principalmente um sigilo de escrituras cristãs. Muito mais a equipa de sábios foi composta de sábios católicos, protestantes, anglicanos, judeus e mesmo ateus. Em razão da multiplicidade de opiniões sobre os inúmeros e pequenos pedacinhos danificados, durou realmente muito até que tudo fosse publicado. Quando porém a versão original em inglês dos respectivos „materiais ocultos" literários surgiu, os textos de Qumran foram publicados em 80% da totalidade. Em 1992, um ano depois da edição de um respectivo livro de bolso sensacionalista, que continuava a afirmar que 75% do texto continuava a não poder ser publicado, foram realmente publicados os textos restantes. **

Sobre o significado dos conteúdos, os autores precisaram de apresentar um série completa de teorias atrevidas para, alinhando as mesmas, chegar até o acontecimento citado acima. Uma hora os rolos não eram mais dos tempos do pré-cristianismo, outra hora eram contemporâneos de Jesus. Estes escritos porém são provavelmente originários de diversas épocas e seus significado não são comuns. A comunidade de Qumran existiu durante muito tempo. A mesma não pode ser equiparada nem com os Essenos, nem com os militantes Zelotas, que depois tiveram a fortaleza de Massada um pouco afastada. Qumran poderia ser comparada com as actuais vilas ecológicas espirituais de hoje em dia. Os mesmos devem ter tido amplos contactos; dos Essenos eles tinham alguns costumes em forma modificada, dos sábios do templo de Jerusalém lhes foi confiado alguns registos sobre o tesouro do templo – o que confirma que eles não estavam envolvidos com as brigas contra os romanos, locais de guarda seguros eram apreciados -; e também poderiam ter havido contactos com alguns Zelotas.

Os autores também afirmam que os Essenos não eram monges de vida ascéptica, e sim combatentes de resistência militantes. Tudo que foi transmitido sobre os Essenos indica porém que era um povo de uma direcção pacifista, vegetariana de rígida crença judia, - mais de direcção esotérica, que buscavam um isolamento do resto do mundo em razão de seus regulamentos de purificação de origem zoroastrista, até mais forte que os monges contemporâneos. Nesta dita estimativa dos Essenos como militantes, foram atirados os Essenos e Zelotas dentro da mesma panela, sem que isso tivesse uma razão de fundamentos suficientes.

João Baptista, Jesus, e Jacó, o (meio-) irmão de Jesus, teriam os mesmos motivos militantes „como os Essenos". Também esta estimativa condicionada a anterior, apresentada como um facto, não é comprovada pelas escrituras de Qumran. Jesus, Jacó e João practicamente não podem lá ser identificados como tipo. Assim, por exemplo o „Mestre da Justiça, provavelmente uma personalidade líder desta comunidade, deve ter sido identificado como Jacó, o que é uma teoria que não pode ser comprovada. Também que o „Mestre da Justiça" tenha sido um Zelota radical, não é do conhecimento e improvável, porém pode ser que a comunidade tenha-o reconhecido como uma autoridade espiritual mais alta do que os decaídos sacerdotes do templo. Mesmo aquilo que foi informado sobre Jacó, não cabe dentro desta imagem de militante. Jacó (não o discípulo Jacó e sim o dito irmão de Jesus), que dirigiu a comunidade cristã em Jerusalém após a Crucificação, tinha segundo a tradição, um carácter extremamente equilibrado e tolerante. O mesmo precisou até sentar-se entre Pedro e Paulo, apaziguar ambos discípulos, para manter a comunidade unida.

E para continuar a afirmar que Paulo era um agente romano, que falsificou tudo, seria necessária mais uma construção artificial, que não pode ser provada, que os romanos teriam apenas encenado sua prisão. (No nosso texto "Caminhos de Cristo..." se pesquisa mais ainda sobre Paulo, entre outros que – tanto faz qual o ponto de vista de alguém para os padrões tradicionais, por exemplo, em relação a mulheres – de todas maneiras, suas experiências e reconhecimentos visionários são reconhecidos como autênticos; livremente apenas se alguém se der ao trabalho de se ocupar contínua a practicamente com tipos de experiências místicas, o que os autores sensacionalistas provavelmente não fizeram.)

Os rolos do Qumran são simplesmente algumas das muitas escrituras daquele tempo, as pedrinhas de um mosaico que dão informação sobre alguns dos costumes daquele tempo. Alguns outros escritos destes séculos são conhecidos desde há muito como apócrifos, e outros foram descobertos apenas em tempos recentes (como o achado de Naq Hammadi, que informa sobre as crenças dos antigos cristãos no Egipto.) Facto é que as pessoas em Qumran acreditavam em Deus e que eles eram semelhantes em muitas opiniões e costumes com os ensinamentos de Jesus –aqueles que estão na Bíblia e não os supostos ensinamentos militantes de Jesus dos autores sensacionalistas. É bem possível que João Baptista tenha se originado originalmente destas relações de crença rígida dos Essenos ou habitantes de Qumran, ou que era um hóspede bem-vindo lá. Da mesma forma se pode pensar que Jesus encontrou estas pessoas. (No nosso sítio da Web "Caminhos de Cristo" é entretanto também citado que ele visitou muitos círculos e que ele automaticamente não era originário da respectiva escola, cujos adeptos ele encontrou.)

2. Outros autores juntaram-se às referidas especulações sobre Jesus, com muitos pormenores sobre a história judia, mas sem que fosse possível resolver as ditas contradições. Na medida em que numa parte dessa literatura a ressurreição de Jesus foi reduzida a um ritual externo, históricamente evidente, dos egípcios e eventualmente dos essénios e subsequentes práticas tradicionais, omitindo-se aos leitores exactamente o aporte renovador de Jesus nesse contexto. Apesar de que não representaria nenhum dano para as relações aí expostas entre os agrupamentos históricos, como sejam os Essénios e os Cavaleiros da Távola Redonda, se pudesse prescindir-se desse dogma anti-ressurreicional. A parte daquilo que Jesus conseguiu, só miticamente compreensível, ultrapassava já na época paleocristã o horizonte de compreensão de algumas comunidades judaico-cristãs e gnósticas, sendo por isso inútil tentar querer provar com base nas suas interpretações, que aquilo que compreenderam era afinal tudo. Outros tinham compreendido outro trecho da Verdade, o que é demonstrado tanto pelos muitos primeiros cristãos, que acreditavam num mais amplo significado da Ressurreição; como também aqueles que utilizavam para isso o polémico escrito do Evangelho de Philippus. Paulo, que se prestava de forma excelente como vilão não era de forma nenhuma a única fonte daquelas tradições que se mantinham quer espiritual quer materialmente fiéis à RessurreiçãoevANG em evolução. Aqueles que perante o legado tradicional com vasta aceitação na história da Igreja ainda revelam algum respeito, podem aproximar-se mais da Verdade do que aqueles que frivolamente tudo racionalizam o que não tem lugar nos seus planos. Onde essas actividades se transformam num permanente menosprezo calunioso de Jesus Cristo, pode também assim ter consequências espirituais que ultrapassarão as simples dimensões dos seres humanos.

3. Também se especulou sobre as eventualmente diferentes "tombas com os restos mortais de Jesus", algumas em Israel outras algures. Nas condições dum Próximo Oriente em que os ladrões de tombas intervêm – por ex., nas encontradas urnas de uma tomba similar de uma "desaparecida", e onde milhares dessas urnas estão depositadas em museus e onde algumas ossadas foram removidas e entregues para nova sepultura, etc., deixa de ser possível obterem-se certezas fiáveis sobre as pessoas. Aí nem os nomes gravados nas sepulturas comprovam nada. Mesmo o cálculo de probabilidades não pode excluir semelhanças entre os nomes nas diferentes famílias.

Uma investigação histórica holística não partiria da hipótese, que a Ressurreição no sentido estrito não podia ter acontecido. Também corresponderia mesmo ao possível estado actual do conhecimento. Profecia, que pode ser relacionada com Jesus, não apenas como fonte de esperanças subjectivas, para compreender Jesus há 2.000 anos; mas sim de considerar que isso pode remeter para qualquer coisa extremamente real, que se encontre ainda parcialmente no aprofundamento do saber, até que tenha acontecido.
English:
http://dukereligion.blogspot.com/2008/01/talpiot-tomb-controversy-revisited.html

* 4. Existem outras especulações semelhantes sobre Jesus, que levaram a diferentes suposições. Por ex. uma tese: Jesus teria sido um seguidor da escola filosófica cínica da Grécia... Para além disso, havia mesmo alguns que queriam igualar Jesus a Moisés, ou a um faraó egípcio, ou a Júlio César ou a um militante soberano bizantino.

** Se nota também que em tais livros não é citado o facto que em Qumran também foram achados antigos textos dos Evangelhos do Século 1, cuja comparação com os textos contemporâneos mostra que os mesmos foram passados de acordo com os originais.

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Ciências naturais e a Crença Divina.

Para autorização de colaborações científicas.

Existem pessoas que nas questões de fé, necessitam apoio na observação externa, contagem, medição, pesagem, Jesus reconheceu nestes caso Tomás, que pode ser denominado como „Tipo cientista" dentre os discípulos, e assim, como um exemplo para muitos em nosso tempo. Quando ele teve ocasião de testar se realmente era Jesus Cristo que estava defronte ele, disse Jesus: "Não sejais incrédulo e sim crente". Isso quer dizer que a nova experiência efectuada por Tomás ao questionar tão sinceramente e honestamente que a raiz de suas dúvidas desapareceria, para "ilumina-lo". - Que Jesus depois precisou ainda afirmar algo, não significa que Tomás era um céptico que agora tenha sido "batido" pela realidade exterior e "forçado a crer" possivelmente com receio do castigo; e sim que Tomás, após isso manteve depois a sua habilidade de alcançar novas convicções ou não. Apesar disso ele teve que supor que existem ainda outras possibilidades de se convencer além de considerar os factos físicos. Jesus sabia o que seria adequado para Tomás. Ele não quis forçar ninguém, o que teria o carácter de uma corte de justiça e ninguém pode encontrar uma intenção de provocar a recusa de uma decisão para a qual ainda não estava maduro.

Uma ciência, o Empirismo = experiências acumuladas, sempre desliga quando algo não se ajusta dentro da imagem antiga, não merece a denominação de ciência. Verdadeiros gênios como Einstein não practicavam este tipo de administração de conhecimentos e sim aplicavam suas pesquisas, pelo contrário, sempre onde havia algo não-esclarecido. Também esta busca pode ser um dos muitos caminhos que levam a Deus – enquanto os motivos são sinceros e ciência não seja corrompida por interesses económicos ou outros interesses problemáticos.

Apenas muitas vezes não são suficientes apenas os trabalhos científicos exteriores com observação, geração de hipóteses e depois teorias e sua verificação, para as questões das ciências espirituais e de fé. Nem sempre existe um ser a disposição, que apresenta uma alta realidade indubitável que possivelmente pode ser reproduzida perante nós (como nos discípulos de Jesus), ou que abre nossa sensibilidade para isso (como citado em João 1, 51). Entretanto existem muitos indícios de que, por exemplo, existem camadas no ser humano e além, que não são originadas do espectro físico de matéria e forças, e sim apenas mostram seu efeito lá: forças vitais, emoções espirituais, pensamento, consciência... ( alguns exemplos se encontram em diferentes pontos do texto principal do Caminhosdecristo.net). Muitas vezes as antigas tradições „pré-científicas" das antigas culturas são desmascaradas como uma antiga forma de experiência e ciência. Mesmo hoje é possível desenvolver para tais campos da sensibilidade e avaliação, processos apropriados, como o exemplo das análises científicas de Goethe ou os trabalhos de reconhecimentos teóricos de Rudolf Steiner mostram. Mesmos os novos desafios científicos da teoria quântica até aqueles sábios que processam uma nova biologia uma nova geofísica e astrofísica, etc., e em conclusão um novo "Paradigma" científico, vão nesta direcção; na maioria porém sem buscar uma nova metódica apropriada para os novos conteúdos, como Steiner o fez.
Assim existe um próximo resultado que os conhecimentos científicos actuais a.) apenas mostram um corte mínimo da realidade;
b.) que os alicerces das ciências naturais sempre são cada vez mais relativos: Matéria se mostra como energia comprimida ou até como espírito comprimido; formas de energia podem tomar velocidades acima da velocidade da luz até o infinito (Táquiones...); assim se pode até „rejuvenescer", o tempo será ainda mais relativo do que na Teoria da Relatividade; eles podem assim até desaparecer do nosso espaço e reaparecer novamente em um tipo de Além/Transcendência – de maneira que também o espaço é ainda menos absoluto do que já é através da assim chamada „Curvatura" do espaço. Resta agora a „Informação" imaterial da cibernética (sem energia e matéria), que por isso não pode ser descrita com os meios normais. Aqui poderia se falar de "Consciência".
c.) Agora este seria um colapso da antiga imagem do mundo, ao pé da letra não seria uma „Prova de Deus", no máximo uma preparação. Para muitos isto é suficiente, pois eles foram apenas bloqueados pela imagem do mundo materialista obsoleta e agora podem efectuar passos directos para Deus. Porém, olhem só, isto ainda continua: O que é agora esta "Informação" ou também os outros assim chamados processos impalpáveis no Universo? O que/quem cria continuamente nova matéria e energia e dissolve as mesmas novamente? O que/quem é que tanto aqui como em vida controla os limites da vida e da morte e permite ultrapassar, tanto na vigília quanto no sono? O que/quem é que se relata continuamente no Universo, independente de tempo e espaço? É o homem, que pode vivenciar em sua consciência energia, tempo e espaço como de „fora", realmente uma „Imagem" frutífera de Alguém que pode fazer mais do que isso (ver Gênesis 1,26) ?
d.) Além disso existe o facto que aqui como respostas o caos e o acaso são removidos, mais ou menos. Pois este mundo e estes seres e este mundo de partículas e também os processos na vida mostram um grau mais que por acaso na Ordem no caos, em esforços de meta e sentido dentro do todo como uma obra de arte completa; em elos ausentes como seria necessário para uma evolução por acaso, etc. Já com este passo de reconhecimento se torna claro que se tornou mais difícil não crer, do que crer – em uma inteligência original central, que assenta o início e a meta de um „Programa de Criação", e projecta o caminho com regularidade mutante. Assim se tornou possível, o que pode levar através do pensamento para o mesmo resultado, como naquele tempo de aprox. 800 AC, a consciência mística doa antigos povos viam Deus a trabalhar com seus „hemisférios cerebrais direitos". (Os "Deuses" dos outros povos eram originalmente apenas denominação para determinadas características de um Deus; apenas depois que esta sabedoria empalideceu, os mesmos foram vistos como „Deuses" independentes  e também confundidos com seres mais desenvolvidos, que também existiam.) Por vias semelhantes não vieram cientistas que acreditavam em Deus, como Max Thürkauf, Georg Todoroff, e muitos outros, à crer em Deus.
e.) Fé no sentido de crença profunda é mais que um simples intelectual „Acreditar em algo".
f.) A estes se adicionam as pessoas que testemunham como místicos, etc. porém também como crente comum, experiências directas modificadoras com Deus e com Cristo; e os que através deste contacto também tiveram experiências elevadas reais com o Espírito divino criativo em si próprios. Estes caminhos podem levar também, de uma maneira bem diversa, mais cedo ou mais tarde, a um processamento e reconhecimentos sobre a natureza das experiências. Aqui assenta o texto principal da "caminhosdecristo.net".

Na Igreja Católica existe a Carta Encíclica "Fides et Ratio" (Fé e Razão) de 1998 e o Papa Bento XVI incluiu este tema no seu discurso na Universidade de Ratisbona no ano de 2006: Fé sem razão e Razão sem Fé não têm valor, dado que não vão ao encontro do Homem na sua totalidade. Michael Springer argumenta perante isso na revista "Spektrum der Wissenschaft" em Janeiro de 2007, que nenhuma lacuna de conhecimento tem automaticamente de apontar para algo racionalmente inexplicável ou para Deus – que aqui, para nós, não é o tema, dado que aqui, o mais importante são as conclusões finais concretas, ver texto anterior. Mas ele admite que a Fé, em que a Ciência um dia poderia explicar as grandes lacunas, também é igualmente uma simples fé. O estado de coisas actual revela que hoje se tem que fazer um grande esforço para salvaguardar a possibilidade do investigador individual em ainda não ter de crer em Deus (o que não tem de ser ateísmo mas agnóstico, revelando a falta da Fé sem preconceitos ideológicos que neguem a existência de Deus.) Também outra nova opinião, que reconhecia a religião apenas como um empreendimento para a protecção ética da cultura material não satisfaz, por si só, os pontos de vista atrás mencionados.

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Consciência, cérebro e livre vontade.

Muito antes da existência da ciência moderna, pessoas sábias de todas as culturas e épocas*) tiveram amplas experiências relativamente à origem de diversos impulsos e emoções, que podem conduzir à tomada de decisões.Os percursos espirituais e/ou religiosos mostram que é possível vencer a luta diária relativamente a decisões éticas, em vez de acreditar que tudo está predeterminado.Também no campo religiosoexistem algumas pessoas que tendempara o fatalismo, acreditando numa menor ou maior predeterminação do destino. 

Na maioria dos casos, mesmo a capacidade de pensar não é totalmente consciente.Se alguém quiser ficar consciente e permanecer consciente dos sentimentos que influenciam os pensamentos, terá de prestar atenção aos mesmos durante muito tempo, de modo a tornar-se mais sensível a eles.Os impulsos da vontade são ainda mais inconscientes e são necessários muitos esforços para torná-los totalmente conscientes ou criar a vontade para fazer algo livremente.Por exemplo, Rudolf Steiner já sabia que a vontade era algo inconsciente, independentemente da investigação do cérebro moderna.Mas também sabia que o controlo da própria vontade pode ser treinado, o que ainda não foi explorado na ciência moderna.Muitos cristãos têm a experiência de que é possível fazer ainda mais, isto é, "comprometer a sua vontade com Deus".Mesmo para as pessoas que ainda não tenham tido muita experiência, é possível fazê-lo até uma certa medida.Existe uma "instância" em jogo que ajuda a seguir este percurso,o qual, mais tarde ou mais cedo, conduz a uma vida mais consciente.(Esta prática não está relacionada com o facto de se obedecer às autoridades de uma igreja).

Neste contexto, os resultados encontrados por alguns neurologistas modernos apontam para conclusões que diferem das conclusões indicadas em diversas revistas científicas.Eles mediram os efeitos biológicos durante o movimento experimental das mãos e descobriram que um certo potencial de prontidão já estava presente no sistema nervoso, assim que a intenção de mover as mãos se tornou consciente.Posteriormente, a pessoa que foi testada pensou que a ação tinha começado, quando na realidade começou verdadeiramente 1/100 milissegundos após esse pensamento**).
Isto só prova - tal como foi referido em cima - que a complexidade do ser humano normalmente influencia as suas decisões e que os pensamentos conscientes não são o único fator que influencia a tomada de decisões.No entanto, o "potencial de prontidão" não significa que as pessoas são determinadas automaticamente a fazê-lo.Isto seria uma precipitação de conclusões inadmissível.Portanto, a Livre Vontade não é refutada, ao contrário do que alguns cientistas pensaram.Contudo, de acordo com as experiências referidas ("pesquisa de campo" ao longo dos séculos), seria correto presumir que o mero intelecto é insuficiente para controlar a "livre vontade".Os pensamentos e as boas intenções apenas podem ser um primeiro passo para um papel mais responsável para si próprio; além disso, dever-se-ão examinar os sentimentos subconscientes e inconscientes, os impulsos habituais da vontade.Aí ter-se-á mais consciência do "potencial de prontidão" neural existente. Assim, é possível aspirar a uma vida mais responsável. 

Além disso, por exemplo, se se medir o potencial elétrico dos nervos, dever-se-á considerar que apenas a ciência clássica falaria das "causas".Do ponto de vista humanitário, é possível ver um "efeito" no mesmo, como um piano, que é tocado por um ser que inclui o aspeto psicológico e a vontade.A nível puramente científico e biológico isto não pode ser decidido.De igual forma, a biologia não consegue decidir se e como Deus está presente neste organismo humano complexo***).No entanto, é possível encontrar abordagens científicas a estas questões.Por exemplo, os cientistas poderão tentar medir como é que alguém que combate um impulso indesejado pela prece consegue mudar uma ação****).Contudo, este método ainda não permite avaliar o que a prece "é" para os crentes.

*) Contudo, ver as diferenças nas diversas fases de desenvolvimento da consciência humana (arcaica, mágica, mítica, intelectual...),conforme são apresentadas nas nossas páginas Pontos de vista gerais sobre as religiões naturais e "Religião como uma nova ligação com Deus...".As fontes das emoções humanas foram observadas mais fortemente fora da pessoa, em determinadas épocas, enquanto que noutras épocas foram observadas mais fortemente no interior da pessoa. As possibilidades atuais do desenvolvimento da consciência são trabalhadas na parte 1 do nosso texto principal, com base nos passos da vida de Jesus.Atualmente, por exemplo, as pessoas podem aprender conscientemente - em contraste com, antigamente, meios mais instintivos - para voltar a reconhecer mais intensamente a relação com o que as rodeia, o ambiente e a Terra. Assim, além dos pontos de vista sociais e ecológicos, também existem aspetos éticos e filosóficos/religiosos gerais emergentes para a sociedade.

**) Por exemplo, em "Spektrum der Wissenschaft", Abril de 2005. 

***) Ver igualmente a nossa página "Ciência e a Crença em Deus".

****) Ver igualmente a nossa apresentação sobre "Digestão da vida quotidiana".

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Informações sobre : Jesus Cristo e a questão da alimentação.

A história prévia: No 1° livro de Moisés (Gênesis), 29, se diz: Então falou Deus, "Eu vos dou todas as plantas, as sementes e todas as árvores com frutas que tenham sementes. As mesmas devem vos servir de alimento." Isto correspondia a reconhecimentos que as pessoas, em primeira instância tem os órgãos de mastigação e digestão de um frugívoro (aquele que come frutas) e não o de um onívoro (aquele que come de tudo), como se pode pensar, mesmo que para a maioria dos animais foram cobertas suficientes categorias como predadores, onívoros e ruminantes.) Após o dilúvio (comprovado arqueologicamente na Ásia Menor), ao contrário Gênesis 9,3 para Noé: "Tudo que vive deve vos servir de alimento; ... Apenas carne que ainda contiver sangue, não deve ser comida." Até aqui tudo se relaciona a um tempo antes da aparição dos povos actuais, relaciona-se então, caso transmitido correctamente, não apenas os Judeus depois.
Após a fuga do Egipto, isto foi confirmado no 5° livro de Moisés (Deuteronômio),14,3-21 e foram acrescentados maiores detalhes. Provavelmente desde o dilúvio e da circunstâncias, foi permitido em princípio tudo e apenas evitar os alimentos relativos a alimentação mais inapropriados. Em alguns casos podem ser encontrados reconhecimentos modernos da moderna ciência sobre alimentação.
**) Entretanto continuam a existir casos onde é especialmente indicada a importância da alimentação vegetal, sem que isso tenha sido prescrito de forma vinculativa para todos, ver Daniel 1,8. *) 

Muitas vezes parece existir um paralelo para com as prescrições múltiplas (hoje em dia quase não aplicáveis), sobre o sacrifício de animais e comer a carne dos animais sacrificados. Já o Profeta Hosea (Oséas) (6.6) falou: "Quero amor, não oferendas de carne, reconhecimento em Deus invés de vítimas de fogo". Em relação a isso, falou Jesus: "Aprendei com isto, o que significa isto: „Quero caridade, não sacrifícios" (Mateus 9,13 e 12,7). Em Lucas 22,11, onde Jesus pergunta, onde ele poderia comer o cordeiro do Passah – que depois na ceia não aparece absolutamente -, existem escritos pré-cristãos „apócrifos" (que não foram colocados no Cânone bíblico ao redor de 400 DC), existe o "Evangelho de Ebion". Lá se pode ler isto assim: "Será que desejo comer carne de cordeiro convosco nesta festa do Passah?". A língua aramaica cuida de utilizar para tais frases algumas palavras a menos, e possibilitava assim diferentes formas de leitura quando o sentido não fosse mais actual. Isto levou a diferentes traduções, que eram muito apropriadas para acusações contrapostas. (As comunidades judaico-cristãs praticamente desaparecidas - e que nomeadamente foram mais tarde quase totalmente convertidas ao Islão - representam uma verdadeira e importante parte do cristianismo primordial, ainda que algumas das suas convicções, como no exemplo anterior, se distingam dos das igrejas que se iam constituindo.)

A história dos apóstolos (Actos) 15,19 relata da afirmativas do chefe de comunidade Jacó na comunidade original, que os „idólatras" (ganhados por Paulo), que se converteram a Deus, não deveria ser aplicada mais nenhuma (não-costumeira) carga. Se disse a eles apenas que, impurezas através de ídolos (carne de sacrifícios) e incesto deveriam ser evitados e nem comer sangue nem sufocados." Pelo contrário se vê com o historiador antigo da igreja Eusébio, nos apócrifos (ver acima) Actos dos apóstolos, etc. a imagem que Jesus, João, Pedro, Jacó, etc., no mínimo viviam normalmente sem carne. 
Mateus 15,11-20 / Marcos 7, 17-21 mostra entretanto que Jesus dava mais valor, "ao que sai da boca do que aquilo que entra na boca"; porém isto se relaciona a questões dos fariseus sobre a lavagem das mãos antes das refeições. É a mesma ordenação de valores, como visto na frase da trave no próprio olho e a farpa no olho dos outros. Ou seja: se trata de pegar a si próprio ao invés do temor de influências externas. Ao contrário, não é uma prescrição ter que comer carne.
Segundo Lucas 10,8 Jesus recomendou aos discípulos, comer durante suas caminhadas o que o anfitrião lhes oferecia. Isto não significa automaticamente, que isto seria absolutamente indiferente. E sim isto ainda hoje em dia nas terras árabes ode causar as mais incalculáveis reacções, se alguém recusar uma comida ou bebida bem-intencionada e se isto não for feito com bastante perícia. Além disso foi dada aos discípulos a capacidade de que mesmo as conhecidas matérias nocivas não prejudicavam-lhes (Marcos 16,18.). Por isso não tem sentido, exagerar os paralelos de tais palavras bíblicas e generalizar as mesmas de forma ilimitada.

Ainda numa maior medida do que a dos pontos de vista bíblicos da alimentação, o jejum religioso está fundamentado na purificação do corpo, pela qual é engrandecida a abertura da mente para as profundas experiências espirituais. Isto acontecia sobretudo na igreja católica – às sextas-feiras, na Sexta-Feira Santa e no período do jejum entre a "Terça-Feira Gorda" e a Páscoa. Mas também fora dessa igreja e depois de durante muito tempo nada mais ter sido tomado a sério se vê aumentar novamente a importância do Jejum. Para além da alimentação também é praticada ao mesmo tempo e de outra maneira a capacidade de prescindir voluntariamente. Também se pensa nos muitos seres humanos com fome no mundo. Até que ponto isso pode chegar mostra a renúncia total de alimentos ("abstinência") durante muitas semanas, observada desde os devotos medievais até à idade moderna. Isso acontece tanto em espaços espirituais cristãos como noutros, - hoje chamada por alguns "Alimento da Luz" – em que se insinua, que o espírito pode dominar a matéria de uma forma mais forte do que cientificamente foi possível compreender até hoje. Isto pressupõe que a pessoa em questão se saiba "guiada" por Deus e / ou seja devidamente acompanhada, para evitar os perigos. (Isto não deve ser interpretado como uma recomendação para que se tome esse caminho.)

O corpo é uma ferramenta, e uma que precisa de um trato responsável.
De resto, os animais também são seres vivos que, biblicamente falando, foram criados por Deus, criaturas; portanto, nenhumas "coisas" sujeitas a tratamento arbitrário, tal como em parte são ainda hoje encarados (pelo menos com limitações impostas pelas leis de protecção dos animais).  
A decisão sobre qual alimentação é apropriada para si, deve ser tomada por si próprio. 

*) Por motivos de saúde, éticos, ambientais, entre outros, resultantes do desenvolvimento da consciência, tem existido uma maior prevalência da nutrição completa, que foi claramente desenvolvida por vários esforços há mais de 100 anos e que é recomendada por conselheiros de saúde, entre outros (produtos integrais, se possível provenientes da agricultura biológica, produtos frescos, óleos não refinados, etc. )

**) Estas disposições são utilizadas ainda hoje, por ex., por judeus devotos no que diz respeito a alimentos "kosher" (ex.: nada de carne de porco, sangue e outras formas específicas de matar animais). De igual forma, a alimentação "Halal" do islão evita a carne de porco em particular.

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Jesus Cristo e curando - também hoje.

("Uma oração..." veja abaixo.)

Jesus com seus discípulos e outros acompanhantes eram vistos naquele tempo como um movimento para cura do corpo e da alma. Já que isto hoje em dia não é mais encarado dessa maneira, devemos trabalhar em cima disto.

O desejo de se curar a si próprio.

Jesus apresentava às pessoas não-preparadas em primeiro lugar uma pergunta importante:  "Queres te tornar saudável?" (João 5,6). Jesus falava para a alma.  O doente demonstra seus obstáculos exteriores na sua busca de cura. Porém, através da pergunta também se faz pergunta se ele realmente quer se tornar saudável. Esta é a primeira condição de uma cura entendida correctamente. Enquanto o subconsciente bloquear o caminho para a cura por alguma razão, então a aceitação desta ajuda se torna difícil. Seria então eventualmente possível, através de algum caminho, aplicar medidas de primeiros socorros médicos ou influenciar um sintoma. Porém cura é algo mais do que isso, o que apenas funciona quando o enfermo pode fazer isso por si, ou seja: ligar isso com suas próprias forças de autocura.
Neste campo não apenas são utilizados os parentes dos que buscam a cura, que estão preparados a trabalhar junto com o paciente, e sim também „curandeiros „sérios" e pessoas que dão suporte a curas através de fé ou através de intercessões.

A força da fé.

Mateus 9,22 : Jesus é tocado em suas veste por uma pessoa que busca a cura e o mesmo se torna são. Jesus: "Tua fé te ajudou". Aquele que tem experiências de fé irá entender sob esta força de fé em sua relação com Deus, o que possibilita o processo de cura. Embora também se mostre na medicina o efeito placebo algo da força de fé humana (onde, por exemplo, se toma açúcar ao acreditar que se trata de um remédio). Porém neste caso não acontece nenhuma reversão de processos doentios, como os que acontecem nas curas pela fé.
Jesus é também a imagem primordial de uma pessoa saudável no amplo sentido corporal, espiritual e intelectual.

Extractos do capítulo "A questão dos Milagres" de nosso texto principal*): Jesus Cristo referiu-se, não apenas a muitos curadores do presente, sobre a "energia cósmica" que podia passar através de todos, e sim referiu-se também a acreditar, a fé em uma possibilidade de cura através dele, ultimativamente de Deus através da pessoa visível Jesus.
Também hoje existem curas, que como originalmente eram realizadas pelos discípulos com oração e em referência com o mais íntimo do homem, em conexão com Cristo, que deseja que as pessoas sejam curadas e assim se completam, que segundo Jesus podem "fazer algo maior" que Ele próprio (João 14,12-13).
Porém a cura espiritual em si e o progresso psicológico e espiritual combinado com aquilo que permanece uma piedade e não pode ser forçada. O ser humano pode apenas fazer algo para se preparar para isso.
As curas eram muitas vezes sinais, acções que significavam algo maior e mais fundamental. Durante a cura do cego de nascença no Sabbat Jesus respondeu que não era ver os pecados como razão da doença e sim que "a acção de Deus (isso é a razão) estava a revelar-se nele". Ver João 5, 6-9; João 6, João 9, 3 entre outros.
Hoje em dia não é mais improvável que também através de muitas experiências e reconhecimentos nos limites da ciência, que Jesus realmente pode ter influenciado as forças naturais. Para se ver estes fenómenos no olho, pode se importante para nossa imagem humana actual, para uma cura completa e/ou cristã.

A aplicação das mãos.

Nem sempre, mas com frequência, Jesus e os discípulos aplicavam as mãos para curas. Esta práctica ainda sobrevive até hoje de forma esporádica. A pessoa que aplica as mãos sobre a cabeça ou sobre os ombros, diz uma oração nesta oportunidade, se possível acompanhada pela comunidade. Isto apóia a compreensão e a consciência, de ser um canal para a ajuda de Deus. Isto pode ser entendido de maneira simbólica. Porém em razão dos reconhecimentos dos modernos esforços de cura espiritual –também entre eles encontram-se cristãos conscientes- sabemos que isto é uma realidade. No cristianismo antigo, se falava de "Pneuma", o hálito de vida ou Espírito Santo*), que foi transferido. Esta práctica foi utilizada tanto nas intercessões de cura como também para bênçãos, parcialmente ligadas com outros esforços. Ver por exemplo, Mateus 19,13; Marcos 8,23; Marcos 10,16 (Benção de crianças); Lucas 4,40-41 (Cura e & exorcismo de espíritos); Lucas 24,50 (Benção dos discípulos); Actos dos Apóstolos 6,6 e 19,12 bem como 28,8.
Uma intercessão para cura porém não é conjugada obrigatoriamente com a aplicação das mãos. Entretanto isto também funciona a distância (mesmo que isso possa ser recebido como difícil.

Sofrimentos (aflições) espirituais.

A cura da psique, forças vitais e do corpo são interlaçadas. Apenas um aconselhamento espiritual ou de vida já podem por isso ter influência sobre males espirituais – se também os bons conselhos forem aplicados, invés de continuar com os erros na maneira de vida. 

Extractos do capítulo "O fervor sagrado e... emoções" do texto principal *): Jesus viveu constantemente em „temor positivo perante Deus" e compaixão com as pessoas... Nas pessoas normais quase todas emoções estão misturadas pelo menos com mecanismos de estimulação/resposta inconscientes que variam biograficamente e são diferentes na sua intensidade, porém são bastante similares na sua estrutura básica. É um processo de aprendizado lento o olhar para si próprio sem se satisfazer com interpretações de outros e sempre buscando mais tais mecanismos nas próprias reacções e olhando para os mesmos e depois finalmente dominar as mesmas e/ou entregar isto a Deus.
Não é muito efectivo querer trabalhar em complexos de problemas completos de forma costumeira. Seria mais eficiente primeiro localizar os tipos individuais de tais experiências e com isso diferenciar conscientemente também se se trata de uma "Tora de lenha nos próprios olhos" ou de um "argueiro nos olhos dos outros" (Mateus 7,1-5), e quem é assim responsável. Muitas escolas cristãs salientariam a primeiro de maneira enfática, porque é mais difícil (e primeiro precisa ser aprendido) e porque alguém pode corrigir principalmente seus próprios erros. Na práctica psicológica foi mais preferido o outro ponto-de-vista como víctima. No final será notado que, apesar disso ambos lados serão utilizados (de maneira maior ou menor).

Uma possível práctica para isto é: 1. por exemplo, olhar interiormente o sentimento interpretado como negativo, como o mesmo acontece concretamente (por exemplo medo, ódio e ira, indiferença e arrogância, dúvidas exageradas, ...). 2. ao invés de pesquisar, aguardar um momento calmo, para se tornar se possível consciente do que se trata. Depois o 3°; transferir a Deus este problema, que se tornou sensível fisicamente em oração**). 4. aguardar calmamente até que sinta um pouco de alívio.
Isto poderia, junto com alguns exercícios meditativos***), por exemplo, como pode ser sentida uma corrente de forças regeneradoras que flui para cima e, em determinadas circunstâncias, depois uma corrente que flui de cima para baixo das mesmas forças. Também seria possível „expirar" a emoção negativa, etc. com a respiração, e ao espirar se possibilitar que possa entrar algo de positivo vindo da caridade divina (uma variante da oração contínua dos monges cristãos na montanha de Athos, citada no capítulo "O silêncio no deserto" no nosso texto principal.)

Problemas mentais.

Extracto do capítulo "Esclarecimento do texto principal*: Existe o „Pensamento Positivo" a "Afirmações" positivas (directrizes). Caso não egoístico e não-megalomaníaco e sem manipulações técnicas se pode realmente mudar o pensamento para um estado mais perto do que possa vir de Deus. Isto poderia abrir alguém para Deus. A literatura nestas direcções deixa a desejar em relação a tomar cuidados ao discutir isto e isto pode levar muitas vezes a um auto-engano.

"Problemas de destino".

Existe, por exemplo (vindos dos modernos esforços de cura espiritual) a experiência que existem casos onde se tem a impressão que uma cura (ainda) não foi permitida ou ainda é „não-autorizada". Isto é algo como um estágio dos "Programas". Pode ser que, por exemplo, o enfermo ainda „quer" ou deve aprender algo da doença. Isto porém é uma solução acessível com Deus. Ver para isso a secção superior "O desejo de se tornar são/saudável".

Questões de carácter legal.

Uma cura pela oração inclusiva a aposição das mãos é garantida, por exemplo, na Alemanha através da liberdade de exercício de religião. Quem porém desejar oferecer isto além do uso doméstico em círculos privados ou da igreja como prestação de serviços, deveria antes se informar sobre o aspecto legal. Caso neste caso sejam efectuadas actividades que outros possam considerar como diagnóstico ou terapia directa – mesmo que estas sejam oferecidas de modo gratuito ou a base de donativos -, na Alemanha dever-se-ia apresentar um teste de médico naturalista ou um diploma de medicina (terapeutas espirituais por exemplo, cuja práctica na maioria diverge da cura pré-cristã clássica, porém também tem muitos pontos em comum com estas, podem muitas vezes identificar enfermidades com as mãos, etc.). Embora fosse desejável que as leis reconhecessem o carácter especial destas actividades de maneira não-burocrática, a "Dachverband Geistiges Heilen"****) (sociedade central de curas espirituais) recomenda também, sob estas circunstâncias, a realização de um teste para medicina naturalista. Teoricamente é permitida uma forma simplificada do mesmo quando apenas assessoramento psicológico do cura espiritual são exercidas. Se esta forma simplificada pode ser realizada em toda parte, é outra questão.
Na Inglaterra, por exemplo, os „Curandeiros Espirituais" são aceitados em geral e também autorizados em hospitais.

Independentemente de questões legais, a pessoa que procura um curandeiro deve continuar a utilizar as suas próprias possibilidades, como uma boa alimentação ou dieta, o exercício físico e - na medida do possível - sono adequado e rezar.*****

*) O „texto principal" trata este e outros pontos de um aspecto amplo, ou seja: analisa as possibilidades de desenvolvimento humano, também a „cura" no aspecto mais estreito.

**) No geral, para uma melhor posição ao orar, ver também nossa página "Uma oração pela paz..."

***) Ver a página "Meditação Cristã"

****) World Federation of Healing - no mundo inteiro muitos grupos diferentes. http://www.wfh.org.uk (caminhosdecristo.net não é responsável por tais sítios da Web de outros e não apóia automaticamente os seus conteúdos mutantes.)
Dentre as organizações individuais não temos conhecimento de nenhuma que tenha médicos naturalistas apenas cristãos.

*****) (...) No que diz respeito aos conhecimentos atuais, os sistemas regulatórios utilizados no ser humano, para além das perspetivas biológicas moleculares unilaterais, são fundamentais para a compreensão dos esforços naturopatas e de cura pela fé. A maior inclusão destes esforços poderia facilitar a colaboração entre diferentes orientações médicas. 

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Para a benção cristã.

Todos os crentes cristãos podem abençoar tudo e a todos, caso sentirem Deus, que estiverem em harmonia com a crença e se estiverem confessos a Deus. Não existe apenas a benção comum através de sacerdotes e padres 4. Moisés (Números) 6:23 - 7:1.

VOCÊ também pode conceder bênçãos – mesmo como leigo. Para isso não é preciso nenhuma fórmula e não se precisa falar alto, apenas a posição interior correcta é necessária, neste caso então: "A Benção do Senhor esteja convosco, como Ele desejar". Deus não fará algo errado de sua benção. Este costume se tornou raro, porém poderia ser de grande ajuda.

Existem muitos pontos na Bíblia relativos a Benção. Algo típico dos diversos aspectos da Benção: Zacarias 8:13; Apóstolos 3:26; Êfesos 1:3; 1 Pedro 3:9-12; Hebreus 6:7. Outros pontos da Bíblia relacionados: Mateus 5,44 e Lucas 6:28; Romanos 12:14; 1. Moisés (Gênesis) 9:1; 5. Moises (Deuteronômio) 11:26; Salmos 115:13; Versículos 11:25.

*) Subentende-se que: onde, por exemplo, armas são abençoadas, os anjos teriam problemas com tais "Bênçãos" ...

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O lamento como parte integrante da prática cristã.

Muitos círculos cristãos, austeros e tementes a Deus, evocam uma única visão, os cristãos devem-se resignar ao seu destino, e não devem criticar a evolução do Mundo: podem sim, rezar por uma melhoria ou fazer algo. Mas "lamentar-se amargamente" a Deus – ver a Lamentação no Antigo Testamento – aparece apenas em casos raros na literatura "Don Camillo e Peppone". Em todo o caso aparece nalguns ofícios eruditos, e nas orações privadas. Compara-se ainda as práticas judaicas no Muro das Lamentações em Jerusalém com esta situação, sem se querer recomendar, actualmente, algo da mesma natureza para os cristãos; é evidente, que esse elemento de fé tem uma grande importância

tal como o merecimento e as promessas especificamente cristãs, como é o caso do Sermão da Montanha (Mateus 5:5 "Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a Terra"). Num mundo ainda dominado por essa tendência, pensamos que os cristãos ainda não estão preparados para tais promessas. A Promessa não é indissociável da graça e pode ou não acontecer. Promessa é promessa. Quando é redimida, pode depender do círculo dos Homens, e/ou das suas "preces". 
("E, desde os dias de Joäo o Batista até agora, se faz violência ao reino dos céus, e pela força se apoderam dele ". Mateus 11:12.)

Já não era claro, sobre quem ou o quê se podia queixar. Sobre outros homens? Ou sobre – o que alguns teólogos explicam como – um poder diabólico, que pode ter participado na tentação dos Homens? Todos podem ter a sua parte de responsabilidade. Ou podem pensar "isso foi-nos permitido" (com muitos pensamentos humanos "porquê..."). Mas virão estas "ideias", de que algo pode ou não ser "permitido" e que as regras do jogo irão aperfeiçoar os homens, apenas do Altíssimo? Isso seriam pensamentos confusos, de que Deus seria responsável pelo mal do mundo ou por todas as "permissões". Nos primeiros séculos os padres das igrejas, ainda hoje respeitados, falavam e escreviam das tradicionais hierarquias dos anjos, que ficam entre Deus e os Homens. Os agnósticos falam de "Arcontes" com características problemáticas. Também outras culturas aproveitaram alguma experiência da sua sabedoria como por exemplo, o Livro dos Mortos Tibetano está cheio de recomendações sobre como podemos evitar tais seres depois de mortos. Justamente aquilo que toca as coisas fundamentais, que vai além das mútuas acusações mesquinhas das pessoas, poderia um dia confirmar que neste jogo há a participação decisiva de uma "direcção" não totalmente isenta de erros, abaixo do Mais Elevado, também abaixo de Cristo – mas que em comparação com as pessoas ou até sem comparar directamente com forças negativas, está num nível excepcionalmente "elevado". Este princípio é também uma contribuição para a velha questão dos filósofos sobre a "Teodiceia" ou sobre a relação de Deus para com a iniquidade do mundo (a sua "justificação").

Resultado: É muito fácil queixar-se a Deus, pois Ele permanece o verdadeiro companheiro de conversas, mas não faz sentido queixar-se Dele. Estas queixas podem também conter o conhecimento de Deus para com os sentimentos humanos correspondentes, mesmo quando estes sentimentos trazem tristeza e desgosto sobre injustiças (Mateus 5:6). Então Deus transmite as soluções. Esta lamentação demonstra, no fundo, um modo especial de oração fervorosa. O amor, ou apreço perante Deus ou Cristo vem disso; esta culpa também, decai em pura negatividade, que não pode assim ser levada a Deus, mas antes para outra parte. 

Outro caminho é o de que este sentimento pode aparecer primeiro como descanso, de tal forma que uma oração clássica e pura se torna possível. Onde Deus se manifesta em todas as formas de agradecimento e súplica. É certamente um comportamento apropriado rezar deste modo perante Deus. É permitido lamentar-se, no sentido atrás referido se for necessário e honesto (autêntico).

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Uma via cristã para processamento dos acontecimentos da vida.

– Aquele que procura - Jesus como Exemplo e ajuda - progressos a partir da própria imperfeição para as qualidades futuras (ver a página "Ética": não prejudica e sim ajuda...), se deve tornar primeiro consciente de suas próprias falhas de carácter, dos erros cometidos e outras coisas erradas, ao invés de mandar todos os defeitos, problemas e falhas na conta de outros (ver Mateus 7:1 não julgai, para que não sejais julgados. 2 Pois serás julgado de acordo com o que julgares e com qual metro medires, sereis medido da mesma maneira. 3 Como vês o argueiro no olho do teu irmão e não vês a trave no teu próprio olho?...)
Isto deveria, logo que possível, ser anotado com tanta paz interior quanto possível (ver nosso Capítulo do texto principal "O Silêncio no Deserto") com consciência como na produção de um 'Producto' e na busca de possibilidades de melhora, bem como a observar o sucesso. Ou seja: se pergunta sobre o próprio esforço: neste caso pode se tratar de uma oração correspondente e pode ser auxiliado de acordo com a Fé; porém isso só virá com uma prática séria e absolutamente sincera com correcções nas posições tomadas e no pensamento, com mais atenção aos sentimentos negativos e finalmente com modificações do comportamento. O todo fica muito mais fácil quanto mais as partes mais finas forem analisadas diariamente de tal maneira e depois passadas a Deus de maneira individual nas orações... (ver o Capítulo "O Zelo Sagrado e pontos de vista das emoções".)
Justamente os costumes mais profundamente enraizados são muito difíceis de modificar, pois os mesmos estão ancorados em uma camada no subconsciente da personalidade. Para isso muitas vezes neste percurso são necessárias experiências em reconhecer origens no subconsciente e no inconsciente (porém pode acontecer de imediato, como com os fumantes que podem parar para sempre num momento de decisão forte. Ver o Capítulo "O Depoimento de Cristo").
O "Olhar para e – processar de maneira consciente com ajuda das orações" seria, por si próprio, já um caminho espiritual que pode levar bem ao longe e pode acompanhar a pessoas ao longo de toda vida; que também com uma prática intensiva já poderia trazer avanços importantes dentro de pouquíssimo tempo. "Camadas Profundas" das oportunidades que estão a serem „limpadas" podem ainda estar por serem processadas, embora tenham sido já melhoradas em grandes medidas. 

(...)
Aí é possível trabalhar os "fragmentos" da outra pessoa ou do que foi feito a alguém. 
Nos casos em que parece ser necessário fazer uma avaliação - relativamente às próprias ações ou às ações de outra pessoa, isto não deveria ser feito com base na aparência, mas de forma "certa" / "justa"- ou seja, de forma diferenciada e, tanto quanto possível, construtiva (cf. João 7:24).
– Surgirão também incitações da Consciência ... (ver Mateus 5,5 e 5,9 ...).

(Esta prática é utilizável em primeira linha quando se tratar de melhoramentos na maneira do comportamento, que foi visto antes do ponto de vista psicológico e que está no âmbito do "Normal". Quando se tratar de melhoramentos de estado que são considerados como doentios sob o ponto de vista actual, seria mais necessário que uma pessoas auxiliar respectivamente experiente treinada sob aspectos psicológicos (em algumas circunstâncias) pudesse acompanhar este percurso de forma activa, pois a independência seria ainda mais limitada ao considerar os próprios problemas, o que acontece sempre com todas as pessoas que devem olhar para as suas próprias fraquezas. Se alguém se sentisse assim tão limitado que isso não funcionasse mesmo com esse apoio, então ainda seria possível que tal pessoa auxiliar orasse pela pessoa, em complemento a uma terapia apropriada. Condição prévias seria que se buscasse auxílio, pois mesmo de Jesus é conhecida a importante frase "Queres te tornar saudável?" Ver nossa página "...Cura".)

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Pontos de vista cristãos básicos para economia e perguntas sociais.

Primeiro gostaríamos de afirmar que o ser humano, também segundo as mais recentes pesquisas científicas *) não é aquele ser egoísta previsto pela teoria económica liberal anterior. Apenas uma minoria se ocupa com base no seu próprio interesse. Para a maioria os outros valores (como um trabalho voluntário em conjunto) desempenham um papel tão grande quanto o mesmo, na maioria um papel decisivo. Este "Altruísmo recíproco" não leva (como também o egoísmo) automaticamente para o melhor da sociedade completa, e sim pode ter um efeito como uma formação de grupos separados (maltas). Isto só pode ser ajudado através de decisões éticas conscientes e consequentes.

Aqui podem ser tomados pontos de vista psicológicos e religiosos/éticos. O ser humano foi criado para ser simultaneamente um ser social e um ser individual de maneira uniforme. Tanto uma autoconfiança (não exagerada) saudável como também uma posição solidária em relação às outras pessoas podem ser treinadas de acordo com a respectiva sinceridade. Onde apenas o lado egoísta parece estar presente, o lado altruísta ou não está desenvolvido ou foi atrofiado, entre outras, através da dura „escola" da sociedade ocidental. As sociedades socialistas salientam de forma unilateral a solidariedade e muitas vezes deixam atrofiar o lado individualista das pessoas com ânsia de liberdade – e também não correspondem dessa maneira ao que as pessoas intentam. Onde as pessoas não encontram relações equilibradas, isto será mostrado mais cedo ou mais tarde através de críticas, etc. Ou se aprende isso a tempo ou cedo ou tarde se vai derrocar. Isto também é válido para a forma de economia dominante hoje em dia, que é assinalada pelas multinacionais de abrangência mundial. Jesus dava preferência a primeiro esclarecer os respectivos problemas domésticos (Mateus 7).

Embora os valores do sermão da montanha (Mateus 5-7) ** etc. não possam ser traduzidos directamente nas instruções de comportamento sociais. Porém a cisão de consciência não estava no pensamento de Jesus, por exemplo, tratar na vida privada segundo a oração de amor ao próximo, e utilizar nas funções profissionais ou sociais os princípios absolutamente contrários. Uma ética séria *** deverá ser mantida em todos níveis, e também pode ser mantida também para todo o mundo. Por exemplo, o valor da caridade e que Jesus também na práctica se dirigiu aos pobres, está indiscutivelmente acima dos serviços sociais relevantes conhecidos da igreja   - também para o trato humano dentro de empresas. Também Mateus 22,17 tem um significado muito práctico, onde lá, além da caridade também é confirmado o „décimo" (dízimo) tradicional de Jesus, ou seja: um donativo de 10% para fins caritativos e religiosos além do imposto romano. A vontade de ajudar no sentido de Jesus é baseada, no entanto, na livre decisão; não é possível derivar directamente conceitos de redistribuição compulsivos. Continuam a ser válidos os Mandamentos 9 e 10 "Não deves cobiçar…as coisas alheias." Apesar de todo o esforço para melhorar a situação social de muitos, os vários destinos de cada um permanecem na mão de Deus.
A parábola em Mateus 25,14-30 / Lucas 19 toma conhecidas correlações. A dependência (em Lucas, por exemplo, a posição ética de um inspector de alfândega, em Mateus, por exemplo, a parábola anterior sobre as forças da fé de virgens) mostra porém, que algo mais abrangente deverá ser previsto, do que a multiplicação de bens materiais ou finanças. Isto é visto mais claramente em Lucas 12,33 e Mateus 6,24, onde valores morais são colocados acima dos terrenos. Apesar disso o trato responsável de bens confiados se relaciona aos materiais. Também lá onde se aconselhar, por exemplo, apoiar os pobres e necessitados, será dado um valor a essa ajuda material ou financeira/ dinheiro, ao invés de desprezar tudo que é material de forma geral como se fosse sem valor. Trata-se de, por exemplo, para que o bem ou dinheiro vai ser empregado.
Por exemplo, para mentir ou enganar, conspirar, e aplicar projectos, que não foram comprovados de maneira suficiente, serem inofensivos para as pessoas (não-criminosos) e outros seres, não está no sentido de uma comunhão responsável, como Jesus demonstrou em todas ocasiões. Jesus não ensinou também a sempre colocar em primeiro plano as assim chamadas „Obrigações". 

Do Islã a proibição de juros é conhecida Porém Judeus e Cristãos podem encontrar também tais conselhos na Bíblia (no Antigo Testamento mesmo são proibições):
Ezequiel 18:8 e 9: "Aquele que não toma juros exorbitantes, aquele que não pratica (outra tradução: , o que recua sua mão de coisas incorrectas, que distribui o correcto entre o povo, que muda para minha direita e segue meus Mandamentos, que faz seriamente: este é um homem crente, que deve ter a vida, diz o SENHOR."  
Ver também Esra 7:24 (proibições de juros, alfandega e impostos para determinadas profissões); 
Versículos 28:8 foi aplicado muitas vezes confortavelmente de tal maneira que tornou o manuseio de dinheiro vindo de juros indiferente, pois o dinheiro retornava aos pobres novamente através dos ricos. Onde hoje o dinheiro é empregado contra os interesses dos pobres ou do segredo, as condições prévias dos versos não são cumpridas. Para cumprir a ordem de valores neste verso, é exatamente necessário saber, para que o dinheiro será empregado.
No Novo Testamento, ver juros comerciais também Mateus 23:23 e Mateus 17:24.
Para este processamento nos interessa mais, o que também aparece como de valor a ser pensado, for abandonado como o Antigo Testamento surgiu. Por isso não nos aprofundaremos no Deuteronômio 23,20.

A Bíblia aconselha a que não se façam dívidas desnecessárias (Provérbios 22:7), e fazer todos os planos de antemão (Provérbios 21:5), bem como aprender sempre na sabedoria e na razão (por ex., Provérbios 4:5-8). Foram exortadas a poupar, já o mencionado "Décimo" devia ser poupado todos os anos para poderem viajar às festas religiosas e ter preparadas as oferendas (5. Moisés 14:22-27). Paulo exorta os Cristãos a economizar um pouco cada semana, para caso seja preciso poderem ajudar outros cristãos necessitados (1. Coríntios 16:1,2) e prega uma atitude comedida na relação com os bens materiais na Terra (1. Timóteo 6:8). Jesus parte do princípio, que os meios financeiros necessários têm de ser calculados por ex., antes de se começar um projecto de construção (Lucas 14:28). Uma boa gestão a longo prazo também seria hoje algo necessário como terapia e prevenção: Sobreendividamento privado, económico e público é a causa das instabilidades financeiras por todo o mundo.
O site da Interne
t "caminhosdecristo" não segue nenhuns objectivos políticos; por isso só são apresentados aqui alguns pontos de vista em geral.

*) Assim afirmado por Ernst Fehr, Director do „Instituts für Empirische Wirtschaftsforschung an der Universität Zürich" (Instituto para pesquisas económicas empíricas na Universidade de Zurique), segundo entrevista na revista "Spektrum der Wissenschaft" de março de 2002, "Reziproker Altruismus..." (Altruísmo recíproco).
**) Mais no ponto de vista espiritual estes valores são citados no capítulo sobre o sermão da montanha:  no parte 1 do caminosdecristo.net.
***) Ver também nosso capitulo "Princípios básicos da Ética".

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Pontos de vista cristãos básicos para sociedade e política *).

Mateus 22, 21; Marcos 12,13-17; Lucas 20,20-26: "Dai a César o que é de César, e dai a Deus o que é de Deus" é uma posição realística em relação ao pagamento de impostos ao domínio romano. Mostra-se assim uma clara diferença entre as funções estatais e religiosas. Pelo contrário, aqui não é nenhuma submissão básica contra as autoridades; Actos dos Apóstolos 5,29: "...Devemos obedecer mais a Deus que aos homens." Da mesma forma Jesus também não justificou automaticamente cada derrota com "Obrigações".

Por um lado a escala geral de valores do sermão da montanha (Mateus 5-7), etc. não possam ser traduzidos directamente nas instruções de comportamento sociais. Porém seguramente não estava no pensamento de Jesus, por exemplo, tratar na vida privada segundo o mandamento de amor ao próximo, e utilizar nas funções profissionais ou sociais os princípios absolutamente contrários. Uma ética séria **) deverá ser mantida em todos níveis, e também pode ser mantida também para todo o mundo.
Por exemplo, não estaria no sentido da verdade e responsabilidade, que Jesus demonstrava, se afirmar com métodos escusos perante os concorrentes, enganar o público, aplicar projectos, que não foram comprovados de maneira suficiente, serem inofensivos para as pessoas (não-criminosos) e outros seres.
Assim, podem ser necessários os ideais cristãos, para além dos tradicionais modelos de pensamento de "esquerda" ou "direita".

Mateus 7:3-5 "...retira primeiro a viga do teu olho; depois, vê como podes tirar o cisco do olho do teu irmão" não constitui de facto nenhuma orientação para limitar cada indivíduo à subjectiva percepção absoluta das próprias fraquezas – que é a impressão, que alguns círculos religiosos poderiam deixar. Isto deve apenas tornar-se um princípio básico na vida, começar sempre por si mesmo – para depois, mais livre, sem atribuir aos outros os próprios problemas, sem admoestar ou criticar os outros, sempre que pareça necessário. Isto, por outro lado pode-se referir tanto ao círculo de pessoas conhecidas como aos políticos.

Um conselho profético pode ser visto em Jeremias 29,7: "E procurai a paz da cidade, para a qual fiz que fôsseis levados cativos e orai por ela ao Senhor; porque na sua paz vós tereis paz." Isto efectua uma decisão a favor do sentido em comum, mais próximo em amplo sentido. Aos cristãos é pedido que se leve a frente se interessar pela sociedade como também através de Mateus 5,13, Mateus 13, 33 etc., e se tornar assim o "Sal da Terra".
Porém também podem surgir para os cristãos, onde os mesmos precisarão se distanciar das inconveniências da sociedade: Apocalipse de João 18,4: "E eu ouvi uma outra voz do Céu, que falava: Sai dela povo meu (da cidade „Babilônia"), para que não seja participante dos seus pecados e para que não incorras nas suas pragas!"

*) O sítio da Web caminhosdecristo.net não tem qualquer fim político. Aqui são dadas apenas incitações gerais relativas a este assunto.
**) Ver também nosso capitulo "Princípios Básicos da Ética"
Ver também nosso capitulo "Pontos de vista cristãos na economia e em questões sociais".

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Cristianismo e filosofia: sobre a palestra de Habermas "Fé e conhecimento" *).

O Filósofo Prof. Dr. Jürgen Habermas ***), até agora citado como não-religioso, reconheceu a importância de idéias religiosas também como raiz dos valores e da coesão social de uma sociedade mundial. A imagem divina do homem, criado com a capacidade e o direito a liberdade, pode também dizer algo como também „religioso não-musical", como o mesmo se estima. O mundo permanece dependente de reconciliação e perdão, ou seja: valores também originários da religião. Ele cita o „sofrimento dos inocentes maltratados, aviltados e assassinados, que ultrapassa toda dimensão de possível reconciliação humana". "A esperança perdida da ressurreição deixa um vazio perceptível" (na sociedade secular). 

Nos cristãos esclarecidos, Habermas encontra prestações prévias de peso que o pensamento ocidental agora também deveriam ao contrário ser prestadas a estes cristãos:
- A consciência religiosa deveria processar os encontros „dissonantes" com outras confissões e religiões, de acordo com as experiências.
Comentário: Sempre se pode citar no ocidente uma certa civilização no trato, que porém também é limitada. Pontos de vista que poderiam ser vitais para um diálogo ecumênico ou inter-religioso, encontram-se espalhados no nosso texto principal e em algumas páginas extra, como por exemplo, relativos as Igrejas e relativos a Ética.
- Se deve continuar ainda a se submeter às „Autoridades" científicas". Comentário: do ponto de vista desta página, a maioria científica muitas vezes não está no salientado ponto mais avançado possível, ou não quer reconhecer isto por razões científicas ou de outra natureza. Esta forma de autoridade se tornou duvidável por isso em muitas questões. Também no sector científico existe uma falta de sinceridade interdisciplinar e no pluralismo requerido. Isto é especialmente válido para questões essenciais, que tocam a imagem humana, como na técnica genética (cuja problemática Habermas também citou); como também nas restantes ciências naturais. O problema é considerado em diversos pontos de nosso texto principal ao longo dos passos dos Evangelhos. Porém é certo que um diálogo entre religião e ciência é mais que necessário. Agora, segundo nossas experiências, também deveriam ser incluídas as novas correntes das ciências naturais **), ou seja: também a „pesquisa alheia", etc. Além disso deveria, da parte da religião, ser incluídos também as experiências originárias de processamento consciente de experiências religiosas profundas, ao invés de apenas pensamentos teológicos da natureza e carácter comuns. Apenas assim é possível falar entre si. Os diálogos até agora à base de paradigmas científicos obsoletos (condições prévias básicas, imagens mundiais) ou idéias abreviadas da cristandade são inadequados. Mesmo cientistas de espiritualidade poderiam lucrar com um tal processo, onde uma pessoa se torna uma Pessoa, sua alma se transforma em uma Alma, ao invés de apenas uma simples função cerebral química. 
- A consciência religiosa deveria ser iniciada das „Premissas de um estado constitucional...". O mesmo indica, que destrutividade pode resultar no campo religioso sem este passo. Comentário: Este ajuste de cristãos modernos aos valores libertários também é parcialmente um passo na direcção das origens antes da confusão do cristianismo com instrumentos estatais de repressão desde 325 DC.

Enquanto também círculos cristãos e religiosos se ajustaram ao trato com dispositivos seculares na maioria ao seu idioma, segundo Habermas, agora os círculos que pensam e falam apenas de maneira terrena em diálogo com os cristãos ou pessoas religiosas, deveriam se adaptar ao pensamento real, ao invés de simplesmente „eliminar" „aquilo que se pensava antes". Maiorias seculares não deveriam „empurrar" decisões por maioria nas questões essenciais para os crentes, sem que tenham controlado seriamente o que eles mesmo podem aprender da objecção deste lado. Comentário: Então, os cientistas naturais, políticos, etc., deveriam se ajustar a „aquele Algo" nas conversas com cristãos, que oscila adicionalmente em termos como „guardar a Criação", „Criatura", mesmo „Ser Humano", etc., em relação a termos como Cosmos, Biosfera, Ecologia, Ser vivo, Homo Sapiens... .

Habermas pensa sobre um „terceiro Partido" que adjudica entre religião e ciência: Um „Senso Comum democrático esclarecido" (racionalidade)); e isto em uma sociedade pós-secular, que se ajusta a continuação de grupos religiosos. Comentário: Isto funcionou pouco até agora, por exemplo, na Alemanha, ou apenas onde no mínimo as grandes igrejas precisaram ser mais ou menos incluídas no processo de discussões. Nos EUA, por exemplo, a confirmação religiosa dos indivíduos goza de uma grande atenção; porém os valores religiosos chegam lá em uma forma de sociedade secular, de tal maneira que quase não podem mais ser reconhecidos.

*) FAZ/ SZ 15.10.2001 ou em alemão Internettext.
**) ver também nosso capitulo "Ciência Natural e Fé em Deus".

***) Comentário: Habermas e demais sentidos filosóficos:

Jürgen Habermas pertencia, junto com Theodor W. Adorno e Herbert Marcuse à "Frankfurter Schule" (Escola de Frankfurt), que com sua "Teoria crítica" influenciou muito o movimento de estudantes de 1968 , e incluiu os pensamentos modificados sobre o neo-marxismo, esclarecedor e ateísta.
De um ponto de vista conservador filosófico e teológico, Günter Rohrmoser criticou a teoria e a prática do movimento de 1968 já em 1969. Ele viu esta 'Utopia' deles como uma religião substituta (e com isso, como uma concorrência ao Ensino da cura / Escatologia') da Igreja, e tentou salva-las de, por exemplo os antigos ensinamentos de Agostinho (Augustinus) de "Dois (permitidos por Deus) Reinos" – Religiã e Estado -.
Tanto os representantes da Frankfurter Schule como seus adversários conservativos cristãos e liberais eram e são parcialmente ainda hoje ainda grandes em listar todos os argumentos de maneira unilateral, que dispõem sobre os outros ou que permitam apresentar o "Lado contrário" incorrectamente como um bloco unificado. Assim eles perdem uma chance de procurar diferenciadamente o que vale a pena na ordem dos valores tradicionais e os outros perdem a chance de olhar dentro do que os novos movimentos sociais, para além das distorções ideológicas, qual seria o motivo "emancipatório". Entretanto muitas pessoas na Alemanha e outros países fizeram bastante progresso nesta discussão, pois muitos não estavam mais preparados a se deixar „comprimir" nas antigas „frentes de batalha" de 1968. Na pesquisa porém, este progresso não foi ainda completado – sempre surgem novos livros onde o adversário é responsável por todo o mal e onde o comércio de alguns amigos parecem ser imaculados.

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Pontos de vista gerais cristãos sobre questões ecológicas *).

Génesis 1:26-28 "E Deus disse: Façamos o Homem a nossa Imagem e Semelhança**). O mesmo deve dominar toda a Terra... " Isto não significa de maneira alguma (como se tornou na prática) que o Homem pode se portar irresponsavelmente perante o meio-ambiente. Muito mais aqui o assunto é a visão original de uma humanidade que se torna o cume da Criação com qualidades semi-divinas. É muito mais a autoridade natural de uma pessoa, que pode "denominar" outros seres, e que se deve portar com muita responsabilidade com os mesmos. Génesis 2:15 denomina esta responsabilidade assim: "E Deus tomou o Homem e colocou-o no Jardim do Éden, para que ele o construa e guarde ". Este "Guardar" relaciona-se com uma Criação viva que continua a se desenvolver. O Homem, depois (ver História do Paraíso) saiu dessa comunhão com Deus e sua Criação e se tornou egoísta. Já que agora os princípios básicos foram suprimidos, o Homem precisa agora processar todos os princípios básicos espirituais novamente, ao invés de reclamar suas autorizações.

Também no Novo Testamento a Criação foi levada em consideração em alto grau: Em Romanos 1:20 se escreve que "O ser invisível Deus, Sua força eterna e Divindade são reconhecidos desde a criação do mundo nas obras da Criação". Romanos 8:19 "Pois a espera saudosa da Criação aguarda as revelações do Filho de Deus" (outra tradução; "aguarda os Homens libertados", ou seja: do Homem que se tornou perfeito.) Romanos 8:22 - Pois sabemos que toda a Criação suspira em conjunto e ainda sofre as dores do parto em conjunto até agora. Marcos 16:15 - E Ele falou a eles: Sai pelo mundo e pregai o Evangelho de toda Criação. (ver também Colosser 1:23).
Agora Jesus Cristo ajuda. Também ele não retira a responsabilidade para homens e seres; e sim ajuda a que os Homens "sejam perfeitos como o Pai no Céu " (Mateus 5:48), ou seja: assim como foi pensado no princípio, de maneira que a sua responsabilidade possa ser assumida****. Apenas depois a Criação pode ser unificada novamente. Apenas isso presume que esta ajuda seja aceita por eles. Um avanço do Homem sem Deus é considerado como "indesculpável" como dito em Romanos 1:20.

No Apocalipse de São João (para o seu carácter, ver a Parte 2 de nosso Texto Principal) são citados entre outros, acontecimentos catastróficos, que podem atingir a Humanidade ou parte da mesma e o restante da Natureza. Porém, em nenhum ponto estes efeitos colaterais em um período de correcções divinas, são indicados como positivos ou como metas reais divinas e em nenhum ponto do Apocalipse são desculpadas pessoas que tenham colaborado para extinção de espécies ou outras catástrofes e também em nenhum ponto as mesmas são solicitadas a colaborar neste sentido.***) Muito mais esta civilização frívola é vista no Apocalipse de maneira excepcionalmente crítica.
O Apocalipse não modifica a visão positiva do restante do Novo Testamento, por exemplo, o Sermão da Montanha (Mateus 5 "Os mansos dominarão o Império Terreno ...").

Relativamente ao "criacionismo", especialmente muito divulgado no mundo anglófono: a nossa página não adere a nenhum movimento "-ismo". A génese do Mundo e do Homem deixa adivinhar de facto, em vez do puro princípio aleatório, uma sabedoria divina. Veja também a nossa página "Ciências Naturais e a Fé em Deus". Também é permitida a dúvida em relação às datas não comprovada arqueológica ou geologicamente. Mas aqueles que, além disso, tenham compreendido na Génesis os "7 Dias da Criação" como correspondendo aos 7 dias actuais, com 24 horas, devem reconhecê-lo como interpretação: não será com isso, que a Fé se torna firme ou enfraquece. Os dias de hoje pressupõem a existência da Terra, nascida ou criada na sua totalidade junto com a sua rotação, algo que por certo, no começo, não existia. Já mesmo na Bíblia se constata que "para Deus, mil anos são como um dia". Os 7 dias devem certamente significar por certo algo, mas "períodos de tempo", "ciclos da criação" sem duração exacta definida. Considerando as novas descobertas, encarar os mais complexos processos da criação como os mais curtos deverá ser tão pouco sustentável como algumas ideias arqueológicas. Na Bíblia, vamos encontrar indícios suficientes, de que Deus, mesmo antes de o fazer com Moisés, também se revelou ao Homem através de Enoque e Noé. A nossa actual história da criação deve remeter para uma tradição oral, depois escrita, de essas – verdadeiras – origens, das quais algumas partes também permaneceram preservadas noutras culturas. Na investigação são conhecidas, por ex., algumas surpreendentes similitudes com o Épico de Gilgamesh em sumero -acádio. Isso não quer dizer que a Génese tenha sido transcrita daí. Mas recorda que Abraão era originário da Mesopotâmia.

*) Esta página da Web não tem carácter político. Por isso aqui são discutidos apenas critérios gerais e não instruções de comportamento em questões políticas individuais do Presente. Os cristãos de diferentes orientações abordaram questões relacionadas com a preservação da Criação, como por ex. a vida em gestação e a má utilização da engenharia genética e da energia atómica.

**) Isto podia ser encarado como uma forma especial de um princípio pananteísta ("Deus também se reencontra na sua Criação") – e que não se deve confundir com Panteísmo ("Deus está em Tudo"). A relação mais directa de Deus com a Génese é realizada aqui com a ajuda do Homem (compare João 14:21, 14:23, 15). E mesmo esta só ganha importância na medida em que o Homem tome consciência dela, e ele se aproxime cada vez mais de Cristo. Também a alegria da Génese pode levar a Deus; mas no caso de uma Génese mítica são possíveis, em vez disso, também muitos desvios, onde Deus seria apenas uma palavra para representação dos próprios interesses e desejos.

***) isto, por exemplo, não está claro para todos nos EUA.

****) As possibilidades do desenvolvimento da consciência são trabalhadas na parte 1 do nosso texto principal, com base nos passos da vida de Jesus. Atualmente, por exemplo, as pessoas podem aprender conscientemente – em contraste com antigamente, meios mais instintivos – para voltar a reconhecer mais intensamente a relação com o que as rodeia, o ambiente e a Terra. Ao fazê-lo, podem chegar a um "pensamento interligado" (um termo usado por Frederic Vester, se bem que numa base diferente) ou "pensamento multifatorial" (um termo usado por Dörner para o estudo de relações ecológicas complexas), em vez do antigo pensamento "linear" ou "monocausal" = "1 causa → 1 efeito", que não pode ser aplicado neste contexto. Ver também as nossas páginas "Consciência, cérebro e livre vontade", bem como as páginas "Bases dos valores éticos", "Pontos de vista cristãos para questões económicas e sociais", "Pontos de vista cristãos gerais para a sociedade e política", "Cristianismo e filosofia..."

Ver também nosso capitulo "Princípios básicos de valores éticos".

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  Vida não ainda não nascida *.

O início da vida humana. 
A imagem humana de cristãos conservadores e críticos concorda quase de forma unânime que a vida humana é iniciada com fertilização. 
A Bíblia mostra de diversas maneiras a vida humana como uma unidade, desde a sua origem divina (Ao se reproduzir a vida através de gerações até os diferentes estágios de desenvolvimento e de idade dos indivíduos. Não tratamos assim de falar sobre "Vida sem valor ou sem dignidade humana" em algum período antes do nascimento ou de algum estado de idade ou de doença.
Prof. Böckle indica no "Manual da Ética Cristã" da história de alguns teólogos – nos quais os textos originais não são encontrados – que teriam tomado como referência a ovulação (Nidação), que é efectuada logo após a fertilização, como o período mais importante.
A ciência moderna poderia até ser isenta de mais valores (independente). Porém também os resultados de pesquisas científicas mostram apenas passagens fluentes entre o estágio do óvulo fecundado e o ser humano adulto. Sempre onde a sociedade deseja ver fronteiras, sobre onde é iniciada a vida humana, então as mesmas são arbitrárias. Assim, por exemplo, cita o Embriologista Erich Blechschmidt: que primeiro aceitou a "Lei da Biogenética" de Haeckel, na qual o embrião repete estágios animais das histórias do desenvolvimento, está obsoleta: cada órgão se desenvolve de acordo com um plano no seu papel no ser humano. As reacções do embrião podem ser filmadas hoje em dia por meio de ultra-som. Da mesma maneira, o pesquisador de genética humana, Prof. L. Lejeune, afirma que nos genes do óculo fecundado já está contido o plano do organismo do ser humano adulto; nos diríamos que os mesmos são a peça de encaixe física desta planta. Também na pesquisa de cérebros, na neurologia do desenvolvimento e na psicologia existem resultados aparentados. Também processos de consciência e de lembranças podem ser apreciados por pesquisas completas e sem preconceitos, em estágios de desenvolvimento cada vez mais prematuros.
Assim a avaliação de valor real também tem um significado além dos limites dos âmbitos religiosos.

Uma outra questão é porém o uso prático de tais concepções.  
O Mandamento "Não matarás" - Êxodo 20 – foi entendido na época do Antigo Testamento no sentido de "Não cometerás assassinato"; onde o pensamento do que é homicídio e o que é assassinato foi invertido posteriormente. Num sentido mais amplo, este mandamento é utilizado para toda vida humana, e pelos vegetarianos, é aplicado para toda a fauna. O moderno princípio de uma "Ética Mundial" ** inter religiosa contém "uma cultura do temor a toda vida" como princípio básico. 
Mas sempre, como acontece em todo sério serviço de assistência e assessoria a gravidez, mesmo que eles encorajem a manter a criança e prestam auxílio, deve ser seriamente levado em consideração a situação pessoal da grávida com as devidas dificuldades, medos, dores de consciência, etc., ao invés de amaldiçoar aqueles que se atrevem a sequer pensar em interromper uma gravidez em curso. As mulheres não facilitam esta decisão na maioria das vezes. Também se deve pensar na co-responsabilidade dos homens e do meio familiar ao invés de jogar a culpa unilateralmente nas mulheres.
Quando se trata de reduzir tanto quanto possível as interrupções de gravidez ou mesmo de eliminar isto de forma completa, então além de todos os esforços individuais se deve considerar principalmente em facilitar uma vida social com crianças; ou seja: tratar dos problemas que hoje oferecem condições para uma parte dos abortos – ao invés de, por exemplo, exagerar ao exigir mais sacrifícios para aqueles de baixa condição social.

As questões legais *.
Jesus Cristo ensinou aos homens a tomar decisões conscientes sobre comportamentos morais e éticos, ao invés de se basear principalmente na pressão de uma norma ou costume legal exterior, como era prática na época do Antigo Testamento. Porém as normas legais podem oferecer apoio a questões éticas, como já foi tentado em quase todos os sectores da vida.
Regulamentos de direito criminal (como o §218 alemão), se severo ou liberal, têm aparentemente apenas um efeito limitado sobre a quantidade de abortos, no caso de uma comparação internacional. De maneira correspondente, como já dito, são necessários maiores esforços para a devida solução.

Em combinação com a medicina genética e medicina de reprodução.
Também nas pesquisas científicas e nas inseminações artificiais existe internacionalmente um "Consumo de embriões", no qual se tenta limitar, por exemplo, através da Lei de Protecção aos Embriões  da Alemanha. Actualmente o Diagnóstico de Pré-implantação (PID) oferece uma nova tentativa eliminar adicionais causas de abortos.

Consequências em outros sectores.
Onde se tratar de protecção da vida, também se deveriam tratar de todos os perigos aos quais os já nascidos estão expostos – e especialmente daqueles que estão expostas em conjunto a vida nascida e ainda não nascida. Riscos ao meio ambiente atingem a mãe e o embrião; o embrião em especial de maneira ainda mais forte que aos adultos. Isto foi esquecido pelos defensores da vida muitas vezes e vice-versa. Muitos que se empenham pelo meio ambiente não se preocupam com os problemas de interrupções de gravidez, o que preocupou muito, por exemplo Franz Alt já em 1985.

*) "Caminhos de Cristo" não é uma Website política. Aqui não se escreve contra ninguém e não são feitas exigências políticas e sim apenas se dá informações sobre pontos de vista gerais.
**) Ver também nosso capitulo "Princípios básicos de valores éticos".

 

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para a 1° parte: Os passos nos Evangelhos.

para a 2° parte: Os passos na revelação (Apocalipse de João).

para a 4° parte: Colaborações para o diálogo com outras religiões.

Ir para a primeira página (homepage) com contribuições aditionais.

E-mail: caminhosdecristo.net : Favor escrever se possível em alemão ou inglês. De outra maneira, favor escrever frases curtos. Por favor não enviar emails de propaganda !

 

Indicação sobre outras versões e direitos.

As outras páginas da Internet podem ser encontradas em http://www.Christuswege.net  (alemão) e http://www.ways-of-christ.net (inglês). Demais idiomas, ver em Homepage. O texto da Internet em inglês e alemão são actualizados contantemente e contém uma página chamada "Actualizações", bem como várias páginas extras. O texto da Internet pode ser imprimido e cópias do mesmo estão autorizadas a ser distribuída, desde que seu conteúdo não seja alterado.  As traduções em outros idiomas nem sempre estão controladas.

As citações abreviadas da Bíblia utilizadas e comentários – retrabalhadas a base de diferentes traduções – são complementos dos respectivos capítulos no texto principal
Táis pontos característicos porém não são um substituto pleno para o estudo anexo ou para a meditação de capítulos completos dos Evangelhos ou de partes do Apocalipse. Para isto é aconselhável empregar uma bíblia ou um Novo Testamento.